terça-feira, 27 de dezembro de 2011

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

Goiânia sem cor!

Minha amada e quente Goiânia está perdendo uma de suas principais características: a beleza! Aos poucos, a explosão no setor imobiliário está levando os proprietários de imóveis mais antigos, a reformarem os prédios da Capital. O problema é que a maioria está fazendo opção por cores "pastéis", como diz a grande maioria. Na verdade são cores MORTAS, que sem árvores para contrastar deixam a cidade com um aspecto carregado.
Que saudade do Projeto "GALERIA ABERTA" da década de 80, onde grandes painéis eram pintados nas laterais dos prédios. Hoje ficamos contentes quando uma grande empena é colocada com publicidade. O problema é que nem sempre o lay-out é bonito.
Mas fica a dica: muitas árvores estão sendo arrancadas para obras que não justificam e as reformas dos prédios está fazendo da cidade um grande condomínio sem personalidade. Falta ousadia.

[@tanixrezende]

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

Vivo Correndo

Devagar e sempre.

Esta é uma nova forma de viver a minha vida.
Um dia pedi socorro,
como minha vida era corrida,
mas agora eu só corro.
E com este trocadilho,
estou descobrindo uma nova forma de correr com minha vida.
Muito mais divertida e saudável.



Treino 
(fonte: http://www.podcorrer.com/2008/11/30/treino-para-comecar-a-correr/ )


SemanaTreino 1Treino 2Treino 3
1Aquecimento: caminhada de 5 minutos. Alterne 60 segundos de corrida e 90 segundos de caminhada, até totalizar 20 minutos.Aquecimento: caminhada de 5 minutos. Alterne 60 segundos de corrida e 90 segundos de caminhada, até totalizar 20 minutos.Aquecimento: caminhada de 5 minutos. Alterne 60 segundos de corrida e 90 segundos de caminhada, até totalizar 20 minutos.
2Aquecimento: caminhada de 5 minutos. Alterne 90 segundos de corrida e 2 minutos de caminhada, até totalizar 20 minutos.Aquecimento: caminhada de 5 minutos. Alterne 90 segundos de corrida e 2 minutos de caminhada, até totalizar 20 minutos.Aquecimento: caminhada de 5 minutos. Alterne 90 segundos de corrida e 2 minutos de caminhada, até totalizar 20 minutos.
3Aquecimento: caminhada de 5 minutos. Depois faça 2 repetições do ciclo abaixo:
  • corrida por 90 segundos
  • caminhada por 90 segundos
  • corrida por 3 minutos
  • caminhada por 3 minutos
Aquecimento: caminhada de 5 minutos. Depois faça 2 repetições do ciclo abaixo:
  • corrida por 90 segundos
  • caminhada por 90 segundos
  • corrida por 3 minutos
  • caminhada por 3 minutos
Aquecimento: caminhada de 5 minutos. Depois faça 2 repetições do ciclo abaixo:
  • corrida por 90 segundos
  • caminhada por 90 segundos
  • corrida por 3 minutos
  • caminhada por 3 minutos
4Aquecimento de 5 minutos caminhando e depois:
  • corrida por 3 minutos
  • caminhada por 90 segundos
  • corrida por 5 minutos
  • caminhada por 2 minutos e 30 segundos
  • corrida por 3 minutos
  • caminhada por 90 segundos
  • corrida por 5 minutos
Aquecimento de 5 minutos caminhando e depois:
  • corrida por 3 minutos
  • caminhada por 90 segundos
  • corrida por 5 minutos
  • caminhada por 2 minutos e 30 segundos
  • corrida por 3 minutos
  • caminhada por 90 segundos
  • corrida por 5 minutos
Aquecimento de 5 minutos caminhando e depois:
  • corrida por 3 minutos
  • caminhada por 90 segundos
  • corrida por 5 minutos
  • caminhada por 2 minutos e 30 segundos
  • corrida por 3 minutos
  • caminhada por 90 segundos
  • corrida por 5 minutos
5Aquecimento de 5 minutos caminhando e depois:
  • corrida por 5 minutos
  • caminhada por 3 minutos
  • corrida por 5 minutos
  • caminhada por 3 minutos
  • corrida por 5 minutos
Aquecimento de 5 minutos caminhando e depois:
  • corrida por 8 minutos
  • caminhada por 5 minutos
  • corrida por 8 minutos
Aquecimento de 5 minutos caminhando e depois corra por 20 minutos sem caminhar.
6Aquecimento de 5 minutos caminhando e depois:
  • corrida por 5 minutos
  • caminhada por 3 minutos
  • corrida por 8 minutos
  • caminhada por 3 minutos
  • corrida por 5 minutos
Aquecimento de 5 minutos caminhando e depois:
  • corrida por 10 minutos
  • caminhada por 3 minutos
  • corrida por 10 minutos
Aquecimento de 5 minutos caminhando e depois corra por 25 minutos sem caminhar.
7Aquecimento de 5 minutos caminhando e depois corrida por 25 minutos sem caminhar.Aquecimento de 5 minutos caminhando e depois corrida por 25 minutos sem caminhar.Aquecimento de 5 minutos caminhando e depois corrida por 25 minutos sem caminhar.
8Aquecimento de 5 minutos caminhando e depois corrida por 28 minutos sem caminhar.Aquecimento de 5 minutos caminhando e depois corrida por 28 minutos sem caminhar.Aquecimento de 5 minutos caminhando e depois corrida por 28 minutos sem caminhar.
9Aquecimento de 5 minutos caminhando e depois corrida por 30 minutos.Aquecimento de 5 minutos caminhando e depois corrida por 30 minutos.O último treino! PARABÉNS! Aquecimento de 5 minutos caminhando e depois corrida por 30 minutos. A esta altura você já deve estar correndo 5 Km sem parar!!

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

sábado, 29 de outubro de 2011

Íntima Lingerie - Pop List

Foco na beleza


Íntima Lingerie procura sempre oferecer produtos atuais e de qualidade às suas consumidoras

Fundada em 24 de setembro de 1979 a Íntima Lingerie é uma empresa familiar. Os desejos da mulher sempre formaram seu foco. Em 32 anos no mercado, sempre buscou oferecer para suas consumidoras finais produtos atuais e de qualidade, sempre se preocupando com o conforto e a beleza do corpo feminino. Uma característica do público consumidor da Íntima Lingerie é que ele não é exclusivamente feminino, já que muitos homens compram peças para suas parceiras, incentivados pelo fetiche que a lingerie proporciona.
A Íntima está presente no mercado com seis lojas em Goiânia (Marista, Centro, Campinas, Bougainville, Flamboyant e Goiânia Shopping) todas prontas para atender às necessidades das clientes. Com a maturidade dos seus mais de 30 anos, a Íntima sabe, como poucas, combinar bom gosto, sensualidade e modernidade. Ao longo desse tempo, a Íntima coleciona histórias, uma vez que vem vestindo várias gerações. São filhas se tornaram mães. São mães que se tornaram avós. São meninas que renovam a mulher e a criatividade da moda Íntima. A qualidade do atendimento também sempre foi um diferencial, pois para este tipo de produto é necessário ter discrição e cumplicidade, além de muita percepção para captar os anseios de cada cliente.

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

domingo, 16 de outubro de 2011

terça-feira, 11 de outubro de 2011

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

terça-feira, 4 de outubro de 2011

ATENTA AOS SINAIS - OS PODERES DA HOMEOPATIA


Rose Esquenazi

Na secretaria, a funcionária, quase brigando comigo, disse que já não havia mais lugar na turma de homeopatia. E eu nem tinha pedido nada!

Aquela mulher selou o meu destino." É lógico que Miria correu para a sala de homeopatia. De volta ao Rio, fez pós-graduação e cursos de especialização. "A homeopatia funcionou em mim mesma, que tinha inúmeros problemas de saúde: herpes labial, gastrite, rinite alérgica, estresse. Dois anos antes, havia tomado uma vacina para o herpes e nada. Na primeira dose do medicamento homeopático que tomei, curei de tudo. Fiquei pasma, pois eu mesma não acreditava em homeopatia. Hoje, tenho uma saúde perfeita", explica a homeopata carioca, de 50 anos, 4 filhos, praticante de ioga e meditação.

Há pouco tempo, no encontro de 20 anos da turma da UFRJ, Miria teve uma surpresa: 40% dos colegas estavam lidando com homeopatia. No Brasil, há mais de 15 mil profissionais exercendo essa especialidade. Mas a pressão e o preconceito em relação à homeopatia ainda são grandes. "Ela levanta questões profundas, dimensões não-lineares e isso não interessa à visão mecanicista. É uma tentativa de deixar a homeopatia no exilio", desafia. No consultório na Barra da Tijuca, ela atende cinco mil pacientes que todos os anos retomam de várias partes do Brasil e do mundo. Autora do livro Holismo Homeopatia Alquimia- uma sincronicidade para a cura (ed. Caravansarai), Miria desenvolve uma nova abordagem em relação à homeopatia clássica.


A história do sapinho

"Quando você joga um sapo em uma panela quente, ele imediatamente pula. Mas se você coloca o sapo em uma panela e vai aquecendo a água devagar, ele não pula e termina morrendo. Essa é uma analogia interessante comparada ao que acontece com o doente crônico: quando o indivíduo entra em um estado mórbido, vai perdendo a memória dos padrões compatíveis com a saúde, e aquela situação doentia passa a ser vista como normal. Isso explica também porque as pessoas não saem de certos relacionamentos, certas situações de vida. Ficam prisioneiras daquele padrão, apesar de muitas vezes entenderem racionalmente que estão adoecendo com a história. E o que a homeopatia faz? Ela apaga a informação mórbida, reprograma esse indivíduo dentro dos padrões universais de saúde, trazendo de volta a memória de quem ele realmente é. Aí, então, através de uma auto-referência, enxerga a panela quente e, como que tomado por um susto, salta. Para a vida." Míria de Amorim


Sentido holístico

“Em vez de operar em cima de modelos de desordem específicos, que emanam de uma matriz biológica, como a homeopatia clássica, esse novo modelo terapêutico visa reorganizar a matriz, essa fonte de onde emergem os padrões mórbidos que expressam as diferentes patologias. Nesse sentido, cumprem exatamente as leis de cura homeopáticas preconizadas por Samuel Hahnemann, seu criador, que não visa só à doença, mas ao sujeito, no sentido mais holístico. Durante muitos anos desenvolvemos pesquisas para mapear os elementos da natureza capazes de gerar um movimento de auto-organização nessa matriz biológica. É uma outra forma de operar. Iniciei sozinha, há 20 anos, e hoje temos 40 homeopatas-colaboradores. Fui fazer mestrado na UFRJ na área de toxicologia e defendi a tese: A homeopatia na prevenção de doenças de origem ambiental por agrotóxico, demostramos, através de pesquisa básica, que administrando o agrotóxico tamarón em 20 ratos numa dose letal para 50 % dos animais, num prazo de 20 minutos, verificamos que, no grupo tratado com esse método homeopático, 100% dos animais se recuperaram totalmente em duas horas. Se as pesquisas homeopáticas não operarem com coisas muito graves, como toxicologia, as pessoas não acreditam. Veneno é algo incontestável. Temos as pesquisas no site www.fatoresdeautoorganizacao.com.br”


Efeito placebo

“Quando você pesquisa com ratos intoxicados com venenos altamente tóxicos,você descarta qualquer possibilidade de achar que o efeito possa ser placebo, pois se o remédio falhar, é óbito certo para os animais. Por isso, estamos fazendo esse esforço de levar a homeopatia para a pesquisa básica, porque com ratos não tem história: ou é, ou não é. Mas mesmo se tratando de um envenenamento com tamarón, o biocampo consegue ser reprogramado através de uma nova informação compatível com a saúde e o sistema como um todo reage imediatamente, ele salta daquela panela quente. Isso é o mais fantástico. O corpo tem potencial até para se salvar de um veneno letal. Para onde vai o veneno? Não sabemos ainda, porque não há investimento na homeopatia. As pesquisas que existem são financiadas pelos próprios profissionais, por pura paixão e coragem."


Crença e descrença

"A homeopatia existe há 200 anos, nenhuma mentira se sustentaria por tanto tempo. Por que uma pessoa pagaria uma consulta se ela não funcionasse? Tenho muitos pacientes, já curados, que retornam para uma revisão uma vez por ano, ou a cada seis meses. Geralmente, o paciente que procura a homeopatia nunca começa a se cuidar com o tratamento homeopático. Ele, em geral, procura a homeopatia quando todos os recursos alopáticos foram esgotados. É fim de linha. Nós trabalhamos na realidade, em cima do insucesso da alopatia."


Reposta saudável

"A responsabilidade da medicina é reconstruir o sujeito que precisa dar saltos qualitativos de consciência. A doença é uma conseqüência do desvio, do não-cuidar dessa direção do sujeito em relação a si mesmo. Ter saúde é estar inteiro: a homeopatia busca a inteireza do ser. A gente precisa ouvir o outro com um cuidado mais profundo, orientá-lo bem, mas a medicação correta é fundamental. Se você prescreve mal, vai ver nitidamente que o tratamento não funcionou. Isso acontece também nos experimentos com ratos. Ao lado de outros cientistas, fazemos pesquisa também com doenças graves, causadas pelo uso de agrotóxicos.”


Grandes problemas

"Aqui no consultório, só recebo brabeiras: colagenoses, doenças crônicas de todas as etiologias, doenças agudas, depressão, distúrbios emocionais de toda a ordem. Atualmente, os casos são muito mais graves e muito mais desequilibrados do que há 10 anos. Até as criianças tomam antidepressivos. Existem também muitos distúrbios de comportamento, ou seja, não tratamos apenas das alergias, como costumam dezer os médicos alopatas.”


Remédios psiquiátricos

"Esse tipo de medicamento anestesia as pessoas, sendo que pacientes estão desenvolvendo o Mal de Alzheimer e problemas de memória por conta de alguns deles. Do ponto de vista espiritual, as pessoas vivem seus dramas e não têm estrutura de consciência para elaborá-los. Os problemas estão sendo colocados na prateleira. Até quando, a gente não sabe. O inconsciente não tem como aguentar isso. Surgiu um novo medicamento psiquiátrico cujo princípio ativo é similar ao da cocaína, e deixa as pessoas se sentindo sempre bem. A mãe morreu, e elas continuam ótimas. Ficam viciadas no remédio, achando tudo uma maravilha. Nos últimos 10 anos, as pessoas não estão amadurecendo, pois na vida, existem alegrias e dores. A homeopatia estrutura a pessoa para que ela trabalhe as situações e avance.


Centros de consciência

Denvolveu-se no mapeamento desses elementos, um estudo paralelo entre a matéria médica homeopática e os centros endócrinos, e observou-se uma analogia perfeita entre esses dados e os estudos sobre os centros consensuais de consciência denominados chakras pelas tradições milenares. Esses centros dinâmicos representam vórtices magnéticos que, ao serem organizados, devolvem a saúde e libertam o ser. Os padrões em desequilíbrio podem ser reorganizados de várias formas: quando você tira férias, por exemplo, de alguma forma você dá um espaço para esse padrão se auto-reorganizar. No mesmo sentido, shiatsu, acupuntura, meditação, homeopatia, tudo isso reorganiza o biocampo, cada qual com sua especificidade e com seus níveis diferentes de atuação e repostas.”


Mundo dos infernos ou da auto-realização

"Uma pessoa cuja consciência está na freqüência do chakra cardíaco, naturalmente, vai desenvolver um sentido especial sobre o cuidar de si mesmo. Não tem aquele olhar tão fixado na estética, vai tratar de ser feliz com ela mesma. Os chineses chamavam o chakra abdominal de "mundo dos infernos". Muita gente vive nesse nível infernal de consciência: depressão, sentimentos negativados, eterna falta de tudo, sensação de estar excluído. Acredita que só tem se tirar do outro, os sentimentos são mal-elaborados. Perde a consciência de que deve colocar a sua criatividade para funcionar. Por outro lado, quando a consciência acessa o cardíaco, a lei muda. Você vê que é dando que se recebe, e que dentro de você se encontra a fonte do sentido nosso de cada dia. Os sentimentos são mais profundos e tranqüilos."


Alopatia e homeopatia

"Depois de viver situações muito difíceis ao longo da vida, muitas vezes o corpo emocional perde a memória do que é ser feliz e saudável. No tratamento homeopático, quando você repassa a informação da saúde, o indivíduo tem um insight, enxerga e tem uma auto-referência da maluquice que estava vivendo. A homeopatia faz emergir diante dos olhos e da consciência a história real e a emergência leva à criatividade. Se a pessoa não vive esse estado de emergência interior, fica ali, estagnado, às vezes por muitos anos. E o mesmo acontece com as doenças crônicas. Todo sistema imunológico vai se acostumando com aquela doença, durante algum tempo, e não se mobiliza para reagir contra aquilo que teria capacidade para resolver em poucos minutos, mesmo um envenenamento."


Consumismo e sincronicidade

"Acabei de atender uma pessoa que era muito consumista e se curou disso. No processo de cura, o sujeito sai de uma postura egocêntrica e passa a enxergar o social. De repente, você vê que tem um cara agonizando, que precisa da sua ajuda. O olhar só para você é uma panela quente. Essa pessoa vê os problemas à sua volta, fala sobre eles, é bem informado, mas no fundo funciona como se aquilo não existisse na realidade. Você acha que se as pessoas fossem realmente conscientes dos graves problemas sociais e humanos, elas não se mobilizariam como um todo? A única questão, é a nossa inconsciência. Outro dado interessante é que, quando o indivíduo entra no seu processo de cura, passa a perceber nas suas relações duas possibilidades: ou influencia positivamente as pessoas que estão à sua volta, ou a sincronicidade o transfere para outro lugar ou situação. Somos uma partícula e fazemos ressonância o tempo todo. Ou aquela frequência tem potencial de te acompanhar ou você dará saltos quânticos, qualitativos. Saudável, você não faz ressonância com tragédias, acidentes. O ladrão te escolhe na rua, baseado em quê? Pura ressonância. Esse é o princípio da fé. Trate de estar bem, porque tudo sairá bem."


Auto-estima e solidão

"Até os 7 anos, o centro de consciência deve estar no plexo abdominal. Até a adolescência, no plexo solar e, aos 28 anos, a pessoa deveria estar entrando no chakra cardíaco, que é amor ao próximo, comunicação, maiores níveis de consciência. Mas, hoje, o nível de consciência das pessoas não ascende, e permanece fixado em níveis de consciência que não são compatíveis com a nossa evolução interior natural. A auto-estima fica abalada, pois a pessoa sente que não está cumprindo os altos fins de sua existência. Isso leva a uma tremenda frustração e baixa auto-estima. O sujeito se encontra totalmente suprimido pela imensa quantidade de remédios que consome, e essa roda interior segue travada, perpetuando uma eterna angústia existencial. Hoje, as crianças fazem muito mais doenças do que há dez anos porque estão absurdamente suprimidas. A medicina alopática não respeita essa dimensão, já estudada pela física quântica."


Caminho da cura

"Não gosto muito de orientar a pessoa, se ela deve fazer meditação transcendental ou ioga. Cada um, em seu processo de cura, vai encontrando suas próprias conexões, e isso é que é bonito. Normalmente, as pessoas materialistas que entram em um processo de cura pedem livros sobre espiritualidade e começam a investigar sobre esse admirável mundo novo. Saem dessa panela quente que é o materialismo. No campo emocional, quando você medica corretamente fica pasmo de ver como alguém pode sair de situações tão dramáticas de forma tão simples."


Depressão e infelicidade

"Existem dois tipos: deprimidos e o infeliz. Os infelizes perderam todos os trens que deveriam ter embarcado na vida, e fica muito complicado. Essas pessoas vão ter que fazer um trabalho de aceitação, porque sabem que não têm mais tempo para pegar trem algum. Já o deprimido é aquele que viveu uma situação muito triste e não conseguiu elaborar a questão.”


Sincronicidade e cura

"Quando a pessoa entra em um processo de cura, aparece a questão da sincronicidade, e percebemos que estamos todos conectados. Em equilíbrio, o tempo rende mais, as situações em que a pessoa perderia a cabeça já não ocorrem mais. O desgaste é brutalmente menor. Ela chega aos lugares na hora certa, encontra com as pessoas certas. Costumo dizer aos pacientes que, se acontecer alguma situação difícil capaz de promover um grande escoamento de energia, como um acidente ou uma perda amorosa, e que elas sintam que, a partir dali, as coisas começam a não dar certo, é porque algum centro dinâmico se desorganizou e precisa ser reorientado."


Envelhecimento tranqüilo

“Há 10 anos, as pessoas eram mais tranqüilas em relação ao próprio envelhecimento, porque tinham cultivado algo mais profundo, mais significativo. Não ficavam só nesse negócio do corpo. Vejo a vida como um grande caminho de Santiago: você passa por tudo, desde situações de deslumbramento até de um imenso vazio. Estamos todos seguindo para nossa catedral interior, a nossa Compostela. A questão é: a certeza da chegada, a coragem de ser você mesmo, o cuidado com os desvios, estar atento aos sinais, e fazer escolhas que levem na direção de quem você é. Uma catedral de luz.”

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Artigo publicado na Revista Vida- Jornal do Brasil.

24 de julho de 2004

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

sexta-feira, 9 de setembro de 2011

domingo, 4 de setembro de 2011

A senhora deveria trazer suas próprias sacolas

Na fila do supermercado, o caixa diz uma senhora idosa:

- A senhora deveria trazer suas próprias sacolas para as compras, uma vez que sacos de plástico não são amigáveis ao meio ambiente.

A senhora pediu desculpas e disse:

- Não havia essa onda verde no meu tempo.

O empregado respondeu:

- Esse é exatamente o nosso problema hoje, minha senhora. Sua geração não se preocupou o suficiente com nosso meio ambiente.

- Você está certo - responde a velha senhora - nossa geração não se preocupou adequadamente com o meio ambiente. Naquela época, as garrafas de leite, garrafas de refrigerante e cerveja eram devolvidos à loja. A loja mandava de volta para a fábrica, onde eram lavadas e esterilizadas antes de cada reuso, e eles, os fabricantes de bebidas, usavam as garrafas, umas tantas outras vezes.

Realmente não nos preocupamos com o meio ambiente no nosso tempo. Subíamos as escadas, porque não havia escadas rolantes nas lojas e nos escritórios. Caminhamos até o comércio, ao invés de usar o nosso carro de 300 cavalos de potência a cada vez que precisamos ir a dois quarteirões.

Mas você está certo. Nós não nos preocupávamos com o meio ambiente. Até então, as fraldas de bebês eram lavadas, porque não havia fraldas descartáveis. Roupas secas: a secagem era feita por nós mesmos, não nestas máquinas bamboleantes de 220 volts. A energia solar e eólica é que realmente secavam nossas roupas. Os meninos pequenos usavam as roupas que tinham sido de seus irmãos mais velhos, e não roupas sempre novas.

Mas é verdade: não havia preocupação com o meio ambiente, naqueles dias. Naquela época só tínhamos somente uma TV ou rádio em casa, e não uma TV em cada quarto. E a TV tinha uma tela do tamanho de um lenço, não um telão do tamanho de um estádio; que depois será descartado como?

Na cozinha, tínhamos que bater tudo com as mãos porque não havia máquinas elétricas, que fazem tudo por nós. Quando embalávamos algo um pouco frágil para o correio, usamos jornal amassado para protegê-lo, não plastico bolha ou pellets de plástico que duram cinco séculos para começar a degradar. Naqueles tempos não se usava um motor a gasolina apenas para cortar a grama, era utilizado um cortador de grama que exigia músculos. O exercício era extraordinário, e não precisava ir a uma academia e usar esteiras que também funcionam a eletricidade.

Mas você tem razão: não havia naquela época preocupação com o meio ambiente. Bebíamos diretamente da fonte, quando estávamos com sede, em vez de usar copos plásticos e garrafas pet que agora lotam os oceanos. Canetas: recarregávamos com tinta umas tantas vezes ao invés de comprar uma outra. Abandonamos as navalhas, ao invés de jogar fora todos os aparelhos 'descartáveis' e poluentes só porque a lámina ficou sem corte.

Naquela época, as pessoas tomavam o bonde ou ônibus e os meninos iam em suas bicicletas ou a pé para a escola, ao invés de usar a mãe como um serviço de táxi 24 horas. Tínhamos só uma tomada em cada quarto, e não um quadro de tomadas em cada parede para alimentar uma dúzia de aparelhos. E nós não precisávamos de um GPS para receber sinais de satélites a milhas de distância no espaço, só para encontrar a pizzaria mais próxima.

Então, não é risível que a atual geração fale tanto em meio ambiente, mas não quer abrir mão de nada e não pensa em viver um pouco como na minha época?

terça-feira, 30 de agosto de 2011

sexta-feira, 26 de agosto de 2011

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Etiqueta nas redes sociais: saiba como se comportar


Ter uma vida social na Internet é como ter uma vida social no mundo real. E para uma boa convivência, é preciso que algumas condutas sejam ao menos observadas, mesmo que não seguidas completamente à risca, de acordo com a consciência de cada indivíduo.
 
Cuidado para não perder a cabeça (Foto: Reprodução)Não perca a cabeça (Foto: Reprodução)
Tudo depende, muito, do objetivo da sua presença na rede social. Se você quer ter muitos seguidores e mantê-los, talvez precise se adequar a algumas normas de etiqueta. Mas, basicamente, dá para dizer que só existe uma grande regra: a do bom senso. E ater-se a ela é o suficiente para que você consiga ter uma boa convivência.
Mas é importante observar algumas práticas, específicas de cada uma das redes ou mídias sociais, que podem acabar queimando seu filme, pois são consideradas tão desagradáveis, ou chatas, quanto fazer aquela velha “piada do pavê” – sabem qual?
TWITTER
Twitter. (Foto: Divulgação)Twitter. (Foto: Divulgação)
- Evite o "flood"

Por mais que sua foto no Twitter seja muito bonita ou original, nenhum de seus seguidores vai gostar de vê-la “inundando” a tela a cada segundo. Portanto, meu amigo, evite o “flood" (“inundação” em inglês) e procure tuitar com parcimônia.

Afinal de contas, Twitter é um pouco como uma mesa de bar. E ninguém gosta daquele cara que fala tanto e tão alto que mais ninguém consegue se manifestar. Cabe dizer que este autor que vos fala não costuma muito seguir isso à risca durante as rodadas de futebol.

- Controle-se nos RTs
Muitas vezes, vemos conteúdos bem legais no Twitter e temos vontade de compartilhar com nossos seguidores. Isso é ótimo! É uma das razões da existência do Twitter. Mas não faça do seu perfil uma máquina de RTs. Ninguém aguenta isso!

Voltando à analogia com a mesa de bar, se você só sabe dar RTs e não produz seu próprio conteúdo, você é aquele cara mala que, para mostrar que é culto, vive citando autores e pensadores, mas não tem ideias próprias. Pontos extras se você der RT em conteúdos já repetidos.

- Não faça spam por DM


Da mesma forma que é chato ficar pintando a cada segundo na timeline dos seus seguidores, também não é nada agradável ficar divulgando coisas por Direct Message (DM).

Se você tem um blog ou mesmo um negócio e quer divulgar seus links, faça isso na sua timeline, de forma aberta. Não mande DMs diárias com suas divulgações. É mais desagradável do que aqueles spams que recebemos por e-mail, pois, neste caso, não temos escolha. Recebemos sem o nosso consentimento, porque nosso e-mail caiu em alguma lista contra a nossa vontade.

Lembre-se que a DM é algo particular. Não seja aquele cara que chega no meio de uma conversa, a interrompe e ainda tenta distribuir folhetos de sua padaria, por favor!

Palavrões
Escrever palavrões depende da forma como você encara seu perfil no Twitter. Para algumas pessoas, o Twitter não tem absolutamente nada de profissional. É feito para falar besteira, xingar o juiz que não marcou aquele pênalti corretamente etc. Se você usa seu Twitter como ferramenta de trabalho e autopromoção, é mais do que óbvio dizer que você precisa se controlar no linguajar.

- E daí?

A pergunta acima é só uma das coisas que vêm à cabeça – para não dizer as impublicáveis – quando alguém tuita algo do tipo: “estou almoçando” ou “vou ao banheiro”. Afinal de contas,Twitter não serve para as pessoas narrarem os pormenores da vida. Lembre-se: são apenas 140 caracteres. Se não tiver algo interessante para dizer, não dizer nada é sempre mais interessante.

FACEBOOK
Facebook (Foto: Divulgação)Facebook (Foto: Divulgação)
- Jogos sociais
Ok, você está realmente precisando muito de uma vaquinha para completar o seu rebanho no Farmville. Mas lembre-se que nem todo mundo gosta dos chamados “jogos sociais” no Facebook. Portanto, não fique pedindo ajuda a seus amigos para administrar sua fazenda ou algo nessa linha. Identifique aqueles que, assim como você, gostam de se distrair no Farmville ou similares e procure interagir apenas com eles.

Tudo bem que o Facebook oferece, de forma muito simples, o bloqueio de conteúdos. No entanto, o ideal é que parta de você a iniciativa de não ficar aparecendo na tela dos seus amigos com pedidos de ripas de madeira ou ferraduras para construir um celeiro virtual.

- Eventos são eventos

Vamos combinar o seguinte: seria interessante, para o bem dos usuários do Facebook, que as pessoas parassem de criar “eventos” para qualquer coisa. Vamos criar um veto? Porque tudo tem limite, certo?

Os eventos são ferramentas extremamente úteis para marcarmos encontros com amigos ou mesmo para anunciarmos e convidarmos pessoas para o que a própria seção sugere: eventos. Mas uma tendência chata, ultimamente, tem feito com que as pessoas criem eventos para qualquer coisa, tipo comentar notícias, escrever textos sem pé e nem cabeça ou organizar “marchas virtuais” por causas esdrúxulas. Ativismo de sofá, sai pra lá!

- Marcação

Esse é um assunto delicado. Por exemplo, uma vez que você tirou foto com um amigo, com a concessão dele, está implícito que outras pessoas irão ver. Portanto, nada demais, a não ser que ele peça o contrário ou que a foto seja embaraçosa, você publicá-la no Facebook. Mas, caso você o marque na foto e ele, logo em seguida, desmarque, procure respeitar a vontade da pessoa. Não volte a marcá-lo na mesma foto e, principalmente, pense duas vezes antes de marcar a pessoa novamente numa próxima oportunidade.
A mesma coisa vale para marcar pessoas em comentários ou publicações no mural. Lembre-se que a partir do momento em que você marca alguém, seja numa foto ou num comentário, a pessoa passa a receber notificações por e-mail de todos os comentários seguintes.

ORKUT
Orkut (Foto: Divulgação)Orkut (Foto: Divulgação)
- Evite o spam

Muita gente tem se cansado do Orkut por causa dos spams, ou seja, aqueles scraps indesejados, com orações, gifs animadas piscando e propagandas. Evite fazer isso em seu perfil, pois, assim como você não deve curtir encontrá-los em vez de recados dos seus amigos no scrapbook, o mesmo vale para eles em relação a você.

- Comporte-se nas comunidades
Muitas comunidades no Orkut não servem para nada e não apresentam tópicos construtivos. Mas várias outras são usadas para discussões interessantes sobre os mais diversos temas. Se você participa ativamente de comunidades, procure seguir as regras impostas pelos moderadores. Eles estão ali para manter a ordem e, caso você não siga, poderá acabar banido.